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25/11/2014

(25/11/2014 - 11:37)

Direitos Humanos - Na entrega de prêmio, ministro destaca o papel do professor

O papel do professor na construção de uma cultura de respeito à diversidade e de promoção da paz foi destacado pelo ministro da Educação, Henrique Paim, na entrega do 4º Prêmio Nacional Educação em Direitos Humanos, na última segunda-feira, 24, em Brasília.
“Reconhecer o que já foi feito e trabalhar pela valorização dos educadores é o caminho para reduzir as desigualdades educacionais”, disse.
Receberam o prêmio secretarias de educação, escolas, professores e projetos da sociedade. Nesta edição, foram contemplados projetos e experiências da Bahia, do Ceará, Distrito Federal, Minas Gerais, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Rondônia e São Paulo. Além da abrangência nacional dos premiados — representam as cinco regiões do país —, foi destaque a diversidade das ações desenvolvidas. O prêmio reconheceu projetos de educação prisional, de valorização da juventude, da cultura do povo cigano, de inclusão de jovens de favelas e do resgate da língua escrita do povo indígena suruí.
A professora Gina Vieira de Albuquerque, de Ceilândia, Distrito Federal, que representou os premiados, lembrou a importância dos cursos de formação de docentes oferecidos pelo Ministério da Educação e o papel orientador das Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos Humanos, em vigor desde 2012, para as atividades educacionais. Ela destacou o compromisso dos educadores e das escolas na implantação das diretrizes e lembrou que a luta pelos direitos humanos é um compromisso, além de um dever, de todos os cidadãos do mundo.
Participaram da solenidade de premiação a ministra da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, Ideli Salvati; a diretora da Organização dos Estados Ibero-americanos para Educação, Ciência e Cultura (OEI), Ivana de Siqueira; a secretária-executiva da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), Vivian Melcop; o deputado federal Jean Wyllys (Psol-RJ) e o secretário-executivo do Ministério da Educação, Luiz Cláudio Costa, entre outras autoridades.
O concurso, realizado a cada dois anos desde 2008, é uma promoção do MEC e da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, sob a coordenação da OEI no Brasil. Este ano, concorreram 260 trabalhos. Nove foram selecionados em quatro categorias e um, indicado a menção honrosa. O primeiro colocado por categoria recebe R$ 15 mil; o segundo, R$ 5 mil.
Premiados — Na categoria Secretarias de Educação na Construção da Educação em Direitos Humanos, o vencedor foi Antonio Nilson Gomes Moreira, com o projeto Políticas Educacionais na Perspectiva da Educação em Direitos Humanos, da Secretaria de Educação de Maracanaú (CE). O segundo colocado, Raul Goiana Novaes Menezes, com o trabalho Ano Letivo Temático – 50 Anos do Golpe Civil-Militar de 1964, da Secretaria de Educação, Cultura, Turismo e Esportes de Floresta (PE).
Na categoria Educação em Direitos Humanos na Escola – Escola Pública, a vencedora foi Gina Vieira Ponte de Albuquerque, com o projeto Mulheres Inspiradoras, desenvolvido no Centro de Ensino Fundamental 12, de Ceilândia, região administrativa do Distrito Federal. A segunda colocada, Maria das Graças Reis Barreto, coordenadora do projeto A Cor do Brasil – uma Prática de Sucesso na Educação Prisional, desenvolvido no Colégio Professor George Fragoso Modesto, em Salvador (BA).
Na categoria Educação e Direito Humanos na Escola – Escola Privada, a vencedora foi Yara Sigueira Gomes Vieira, com o projeto A Educação em Direitos Humanos na Escola: Experiências de Ações Pedagógicas de Educação em Direitos Humanos, desenvolvido na Escola Construindo o Saber, de Santa Cruz do Capiberibe (PE).
Na categoria A Formação, a Pesquisa e a Extensão em Educação em Direitos Humanos, o vencedor foi o professor Sílvio Antonio Bedin, com o projeto Observatório da Juventude, Educação e Sociedade, desenvolvido na Fundação Universidade de Passo Fundo (RS). A segunda colocada, Juliana Yuri Nakayama, com o programa Com-Unidade: Saúde, Assistência Social, Educação e Direitos Humanos, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
Na categoria Sociedade na Educação em Direitos Humanos, a vencedora foi Lucimara Cavalcante, coordenadora do projeto Kalinka – Ciganos na Minha Escola: uma História Invisível, da Associação Internacional Maylê Sara Kalí (DF). O segundo colocado, Evandro Passos, com o projeto Dança Afro em Belo Horizonte: Contra o Genocídio da
Juventude Negra – uma Experiência Educativa e Inclusiva de Jovens de Vilas e Favelas, da Associação Sociocultural Bataka (MG).
A menção honrosa ficou com Joaton Suruí, pelo projeto Normatização da Escrita Paiter Surui, da Associação Gabgir do Povo Indígena Paiter Surui, de Cacoal, Rondônia. Ele recebeu o troféu Prêmio Direitos Humanos.

Mais informações na página do Prêmio Nacional de Educação em Direitos Humanos na internet.

Confira o documento Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos Humanos

Assessoria de Comunicação Social - MEC

Fiscalização Financeira discute normas para concessão do Fies

A Comissão de Fiscalização Financeira e Controle discute nesta tarde os procedimentos necessários para participar do Programa de Financiamento Estudantil (Fies).

O Fies é um programa do Ministério da Educação (MEC) que financia a educação superior de estudantes matriculados em instituições particulares. O deputado Hugo Motta (PMDB-PB), no entanto, reclama dos entraves burocráticos para se conseguir o financiamento. “Em que pese haver uma grande procura pelo Fies, há indícios de que de 10 pedidos feitos ao programa apenas de 20 a 30% são atendidos”, afirma o parlamentar, que propôs o debate.
Até julho deste ano, 1,6 milhão de alunos tinham contrato com o Fies.
O diretor de Gestão de Fundos e Benefícios (FNDE), Antônio Corrêa Neto, é um dos convidados da audiência. Motta quer ouvi-lo porque, desde 2010, quando o FNDE começou a operar o Fies, aluno passou a poder pedir o financiamento em qualquer período do ano.
O objetivo principal desse encontro, explica o deputado, é desburocratizar e aprimorar o programa de forma a permitir a inclusão de um número maior de participantes.

Debatedores

Além de Neto, foram convidados para discutir o assunto:
- o ministro da Educação, Henrique Paim;
a presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE), Virginia Barros;
o presidente da Caixa Econômica Federal, Jorge Fontes Hereda;
o presidente do Banco do Brasil, Aldemir Bendine; e
o presidente da Associação Nacional das Universidades Particulares (Anup), Altamiro Belo Galindo.

A audiência será realizada no plenário 9, a partir das 14h30.

Agência Câmara

CNPq e Fundação Bill & Melinda Gates abrem Chamada para brasileiros

O programa Grand Challenges Brasil: Desenvolvimento Saudável para Todas as Crianças da Fundação Bill & Melinda Gates está com Chamada aberta para pesquisadores brasileiros. O edital é uma realização da Fundação Gates, em parceria com o Ministério da Saúde (MS) e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).
As inscrições seguem abertas até o dia 13 de janeiro de 2015 para submissão das Cartas de Intenção. O objetivo é financiar intervenções e soluções inovadoras focadas no desenvolvimento infantil de forma a garantir que ele se dê de maneira saudável. O programa busca pesquisas que sejam capazes de determinar e reduzir os fatores que comprometam o desenvolvimento da criança.
Os projetos se dividem em duas faixas de financiamento: financiamento básico ou “semente”, no valor máximo de R$ 500 mil por projeto, com duração de até 2 anos, e financiamento pleno, no valor máximo de R$ 4 milhões por projeto, com duração de até 4 anos.
Os aprovados serão financiados com recursos estimados de até R$ 2 milhões oriundos do orçamento do CNPq, R$ 3 milhões do Decit/SCTIE/MS e R$ 5 milhões da Fundação Bill e Melinda Gates. Os recursos do CNPq destinam-se exclusivamente ao pagamento de bolsas.
As propostas devem ser acompanhadas de arquivo contendo o projeto e encaminhadas ao CNPq via Internet, utilizando-se do Formulário de Propostas, disponível na Plataforma Carlos Chagas.
Esclarecimentos e informações adicionais acerca do conteúdo da Chamada podem ser obtidos encaminhando mensagem para o endereço: chamada472014@cnpq.br.

Coordenação de Comunicação Social - CNPq

Estudantes devem responder ao questionário até 29 de novembro

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) prorrogou até 29 de novembro o período para resposta eletrônica ao questionário do estudante no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade) 2014. Quem não conseguiu responder as perguntas, deve acessar o sistema online do exame, usando o CPF, nome completo ou nome do curso.
O preenchimento é obrigatório e deve ser feito no ambiente virtual destinado ao universitário. Aqueles que não responderem estarão em situação irregular junto ao Enade e poderão ficar impedidos de colar grau e receber o diploma, mesmo que tenham prestado o exame.
Neste edição, a prova foi aplicada no último domingo, 23 de novembro. Foram inscritos 483.520 estudantes de cursos de bacharelado, licenciatura e tecnológico.
Exame – Criado em 2004, o exame integra o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes). O objetivo é aferir o rendimento dos estudantes dos cursos de graduação em relação ao conteúdo programático, suas habilidades e competências. Já o questionário do estudante é um dos instrumentos de coleta de informações do Enade, de caráter obrigatório, que tem por objetivo subsidiar a construção do perfil socioeconômico dos participantes e obter uma apreciação quanto ao seu processo formativo.

Questionário do Estudante – Sistema Enade

Assessoria de Comunicação Social - INEP

Pesquisadores discutem infraestrutura nacional de dados em biodiversidade

Os desafios e as oportunidades criadas a partir do lançamento do Sistema de Informação sobre a Biodiversidade Brasileira (SiBBr) pontuaram as discussões sobre o tema em Brasília.

Pesquisadores e gestores públicos discutiram, na tarde da última segunda-feira (24), em Brasília, as oportunidades e os desafios a serem superados a partir do lançamento do Sistema de Informação sobre a Biodiversidade Brasileira (SiBBr) rumo à construção de uma infraestrutura nacional de dados nessa área. Questões como a necessidade de capacitação de profissionais, de coleta de dados novos, de segurança e da qualidade das informações disponibilizadas e de recursos adequados para a manutenção e evolução da iniciativa pontuaram as discussões no auditório do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCTI), em Brasília.
A plataforma SiBBr, lançada ontem, disponibilizará bases de dados, ferramentas para gestão de coleções biológicas, publicações, qualificação e análise das informações. Os dados contribuirão para subsidiar pesquisas e apoiar o processo de políticas públicas associadas à conservação e ao uso sustentável dos recursos naturais.
A plataforma permitirá, ainda, aos pesquisadores checar, acrescentar ou mesmo corrigir as informações ali depositadas (leia mais).
A expectativa é que, até o final de 2016, sejam disponibilizados, através do SiBBr, mais de 2,5 milhões de registros de ocorrência de espécies a partir de coleções biológicas no Brasil e no exterior.
Além dessas informações, estão sendo integradas diversas bases de dados de coleções brasileiras que já se encontram online, tendo o Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC/MCTI) e a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP) como parceiros no desenvolvimento, na hospedagem e no armazenamento de dados.

Saúde silvestre

O Sistema de Informação em Saúde Silvestre (SISS-Geo), da Fiocruz, é uma das iniciativas que estão sendo integradas ao SiBBr e que foram apresentadas durante o evento de lançamento. Trata-se de uma plataforma computacional que tem por objetivo monitorar e gerar, a partir dos registros georreferenciados informados pelos usuários, modelos de alerta de ocorrências de agravos na fauna silvestre, especialmente os com potencial de acometimento humano, e modelos de previsão de oportunidades ecológicas para emergência de doenças.
"A ideia é montar é um sistema participativo junto com a sociedade e com os pesquisadores para que eles informem as ocorrências de anormalidades nos animais de modo que essas possam ser modeladas, e se possa identificar uma situação, um surto ou uma epidemia a ser investigada pelos serviços de saúde, agropecuários, ambientais e pelos próprios pesquisadores", explicou a coordenadora do programa institucional de biodiversidade e saúde da Fiocruz, Marcia Chame. "O que queremos é usar isso como ferramenta de gestão da saúde e de conservação da biodiversidade e evitar que esses surtos cheguem às pessoas e matem os animais", afirmou.
O sistema foi desenvolvido em parceria com o LNCC e está em funcionamento desde março. Qualquer pessoa pode baixar o aplicativo em smartphones e tablets. Uma plataforma web também foi criada para o aporte de dados dos pesquisadores.
Durante o evento também foram detalhadas ações como o Portal de Biodiversidade do Ministério do Meio Ambiente e Instituições Vinculadas e a Lista de Espécies da Flora e da Fauna brasileira, que contribuirão para base taxonômica (de classificação das espécies) do SiBBr.

Assessoria de Comunicação Social - MCTI

Prazo de adesão ao Sisu vai até sexta-feira

Instituições públicas e gratuitas têm até sexta-feira (28) para aderirem ao Sistema de Seleção Unificada (Sisu), do Ministério da Educação, referente ao primeiro semestre de 2015. Todos os procedimentos operacionais referentes ao Sisu serão feitos exclusivamente online, por meio do sistema. O termo de adesão terá prazo para retificação de 4 e 10 de dezembro próximo.
A seleção dos candidatos às vagas oferecidas pelo Sisu terá como base, exclusivamente, os resultados obtidos pelos estudantes no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2014. O exame foi aplicado nos dias 8 e 9 de novembro. Mais de 6,2 milhões de candidatos fizeram as provas em pelo menos 1,7 mil municípios.
Na primeira edição de 2014 do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), 54 das 59 universidades federais do país abriram vagas pelo programa. Em 2013, foram 43 as instittuições que aderiram ao Sisu. Houve, também, a expansão de 32,5% no número de vagas, que passou de 129.319, em 2013, para 171.401 neste ano.

Agência Brasil

 


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  Sitio publicado em 27/04/2005